Good luck Tim! #goodlucktim

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Uma notícia curiosa que espelha bem as duas faces do poder das redes sociais quando usadas por instituições. Timothy, um jovem adepto do Southampton, tem como vizinha de bancada uma jovem em quem tem reparado e com quem tem (alegadamente) cruzado olhares durante os jogos. Supostamente tímido para um contacto pessoal, pediu ajuda à conta Twitter do clube para tentar obter um contacto/identificação da pessoa. Numa manobra que rapidamente se tornou viral, o departamento de redes sociais do clube pegou no assunto e produziu um video de muito boa qualidade em que seguiu as regras do comum bom senso, negando a identidade  mas incentivando Tim a estabelecer contacto com a jovem.

Não sendo eu propriamente inexperiente nestas matérias, pergunto-me (e aos leitores também) se esta resposta do clube não pode encerrar em si mesma algumas questões que seriam alvo de alguma reflexão se se tivessem passado fora da exposição das redes…

a) É legitima a exposição do número do lugar? (Supostamente um cativo que mais tarde ou mais cedo acabará por ter a atenção dos media…)

b) A visada não dispensaria bem a exposição pública e a sua reacção não poderá muito bem ser negativa e inverter o objectivo do departamento de redes sociais do clube?

c) E se tudo isto for montado e não passar de uma boa organização completamente forjada?

Seja como for, eis o exemplo de como um pequeno vídeo carregado de emoções de vária ordem (as desportivas e as outras) se pode tornar uma estrela planetária levando com ele uma marca.

 

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